Te esperando
Eu sigo olhando para o céu
Buscando a estrela que me negaram
Queimando na chama que nunca acendeu
Secando a lágrima que nunca caiu.
E enquanto me abraça
Eu acho minha graça.
Dormindo em porões que nunca habitei
Correndo em avenidas que não transitei
Tocando instrumentos que nem escutei.
O que seu calor me causa, não saberá
Muito menos eu.
É como o poema que nunca escreví
E ninguém tampouco leu.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Quem me vê essa noite com esse rosto pálido
Não sabe quantas vezes eu morrí e quantas me matei
Sobrou isso: um pouco transformada, outro tanto mutilada
Me falta alguns itens, mas os básicos ficaram intactos
Daqui pra frente, sei que tempestades hão de vir
Me agarro as árvores
Conto e canto com os anjos
Hei de continuar.
Não sabe quantas vezes eu morrí e quantas me matei
Sobrou isso: um pouco transformada, outro tanto mutilada
Me falta alguns itens, mas os básicos ficaram intactos
Daqui pra frente, sei que tempestades hão de vir
Me agarro as árvores
Conto e canto com os anjos
Hei de continuar.
domingo, 18 de agosto de 2013
AMARGO
Morrendo um pouco hoje e renascendo... tudo ao mesmo tempo.
E o que sobra de todo esse vendaval?
O gosto amargo na boca, o aperto no peito, a frustração...
Até quando?
Até onde posso levar tudo isso?
Até eu sangrar tanto a ponto de não mais suportar?
Eu carrego essa dor ou é essa dor que me carrega?
E o que sobra de todo esse vendaval?
O gosto amargo na boca, o aperto no peito, a frustração...
Até quando?
Até onde posso levar tudo isso?
Até eu sangrar tanto a ponto de não mais suportar?
Eu carrego essa dor ou é essa dor que me carrega?
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