Presa em teus braços é onde me sinto mais livre.
Capturaste meu sorriso e soltaste meu riso.
Prendeu-me por sentimento e me apresentas-te ao vento.
Que me leva até onde meus braços podem alcançar.
E volto para os teus. Que é onde escolhi (na)morar.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
SÁBADOS
Se o que temos são os sábados... que sejam sábios, mais que nós
Que não apenas se escondam entre as sextas e os domingos
Como nós, em vão, nos escondendo entre o sensato e a paixão.
Que não apenas se escondam entre as sextas e os domingos
Como nós, em vão, nos escondendo entre o sensato e a paixão.
domingo, 15 de setembro de 2013
Desculpe essa minha tristeza...
Ela, às vezes, chega e é como se eu não pudesse fazer nada para barrá-la.
Tenho que esperar ela me invadir assim, como um líquido morno na veia
Se espalhar, se instalar, modificar alguma coisa aqui dentro e depois ir embora.
Mas, não se engane, ela é só minha... só mora aqui.
O mais alegre e feliz que tenho em minha vida são as pessoas que me cercam.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Te esperando
Eu sigo olhando para o céu
Buscando a estrela que me negaram
Queimando na chama que nunca acendeu
Secando a lágrima que nunca caiu.
E enquanto me abraça
Eu acho minha graça.
Dormindo em porões que nunca habitei
Correndo em avenidas que não transitei
Tocando instrumentos que nem escutei.
O que seu calor me causa, não saberá
Muito menos eu.
É como o poema que nunca escreví
E ninguém tampouco leu.
Eu sigo olhando para o céu
Buscando a estrela que me negaram
Queimando na chama que nunca acendeu
Secando a lágrima que nunca caiu.
E enquanto me abraça
Eu acho minha graça.
Dormindo em porões que nunca habitei
Correndo em avenidas que não transitei
Tocando instrumentos que nem escutei.
O que seu calor me causa, não saberá
Muito menos eu.
É como o poema que nunca escreví
E ninguém tampouco leu.
sábado, 24 de agosto de 2013
Quem me vê essa noite com esse rosto pálido
Não sabe quantas vezes eu morrí e quantas me matei
Sobrou isso: um pouco transformada, outro tanto mutilada
Me falta alguns itens, mas os básicos ficaram intactos
Daqui pra frente, sei que tempestades hão de vir
Me agarro as árvores
Conto e canto com os anjos
Hei de continuar.
Não sabe quantas vezes eu morrí e quantas me matei
Sobrou isso: um pouco transformada, outro tanto mutilada
Me falta alguns itens, mas os básicos ficaram intactos
Daqui pra frente, sei que tempestades hão de vir
Me agarro as árvores
Conto e canto com os anjos
Hei de continuar.
domingo, 18 de agosto de 2013
AMARGO
Morrendo um pouco hoje e renascendo... tudo ao mesmo tempo.
E o que sobra de todo esse vendaval?
O gosto amargo na boca, o aperto no peito, a frustração...
Até quando?
Até onde posso levar tudo isso?
Até eu sangrar tanto a ponto de não mais suportar?
Eu carrego essa dor ou é essa dor que me carrega?
E o que sobra de todo esse vendaval?
O gosto amargo na boca, o aperto no peito, a frustração...
Até quando?
Até onde posso levar tudo isso?
Até eu sangrar tanto a ponto de não mais suportar?
Eu carrego essa dor ou é essa dor que me carrega?
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amanhecí
Você chegou.
Embora a porta não estivesse aberta
Você me viu pela fresta.
Que indiscreto - me viu com a alma nua!
Que ousadia - bateu na janela!
Por certo pensou: quem é ela? Não atendí de pronto
Por certo pensou: quem é ela? Não atendí de pronto
Com o passo ainda tonto
olhei de soslaio.
É tarde e frio, não sei se saio.
Lentamente me cantou canções
Lentamente me cantou canções
pra acordar corações.
E eu que pensei que era noite
Amanhecí devagar...
sábado, 2 de março de 2013
ELE
E então chega o momento em que o espírito, exausto, se cansa, descansa. Viva e deixe viver... Fecha-se um ciclo. A consciência sabe que fez tudo o que podia ser feito - perfeito - Podemos dormir.
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